terça-feira, janeiro 20, 2009

Rompante

da cara caem-me os sentidos
teimam em refugiar-se de mim
do eito, sufocando, ao leito
amordaçamento de marfim.

qual glóbulo que em fervente açoite
estoura o aneurisma sem menção
Anima rasga a pele, faz arroubo
rompe o vácuo, rompe a ordem, dá vazão.

11 comentários:

Line Lily disse...

Oba! Sou a primeira a comentar pela primeira vez :D
Amei o seu poema e o texto sobre o amor que é muito verdadeiro.
É daquelas poucas coisas que são reais e fantásticas ao mesmo tempo.
E gostei muito do seu poema mesmo ^_^
Beijinhos!

~PakKaramu~ disse...

Visiting you

Bruna Mitrano disse...

que rasgo!
tudo a ver o "estoura o aneurisma".
muito bom! intensidade!

On The Rocks disse...

que rompante!

desordem total.

bj

Cláudia I, Vetter disse...

a sensibildiade perente na ferida.

:)

fred disse...

Muito bom

F. Reoli disse...

Suas palavras rasgadas dão vazão as sensações...

Salve Jorge disse...

Digna pompa
Então que se rompa
Até os pampas
E se faça rampa
Que tudo que transborda a tampa
Há de ser alicerce
Para que verse
E disperse
Esse universo da tua imensidão...

Elis Zampieri disse...

Porque a vida as vezes pede o caos.
Muito bom, Aline.
Bjos da Elis

mari disse...

seus poemas são lindos, line * *

punksinger disse...

gata, te indiquei: http://punksinger.wordpress.com/2009/02/06/survey-lol

:)