segunda-feira, maio 30, 2011

estragando teatros

Passa o dedo no espelho do dia e reflete a constelação de flores mais fortuitas, a brincar de móbile na abóbada do entardecer da vida - adorno!
Limpo as feridas com as páginas do seu encanto, no que desperto de engarrafada síncope - faz silenciar o  zumbido da pausa!
É que só bebo das primeiras fontes, as que transitam desnudas num jardim de inferno - eis que, meio louca, des-vario os acordes das cores.

Estragando teatros - tear!

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